Desfazer-me em partículas e partir
com a brisa, todo o resto não me apraz. Seguro-me na borda da janela, azulejo,
permito-me ir sem rumo, a consciência só se mantém pela espessura da beira,
frio. A música em mim. O vento em mim. As palavras em mim. Nada em mim cabe.
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